É a primeira pergunta de qualquer casal — e a mais difícil de responder com um número. A verdade é que não há um preço: há decisões. E são essas decisões, muito mais do que o espaço, que definem quanto custa o seu dia.
O que realmente pesa no orçamento
Na maioria dos casamentos, a gastronomia e a bebida representam a maior fatia — seguidas do espaço, decoração e fotografia. Tudo o resto (música, papelaria, transporte, lembranças) soma-se em pequenas parcelas que, juntas, fazem diferença.
O erro mais comum é olhar para cada item isoladamente. O orçamento equilibra-se quando se pensa no conjunto: um menu mais elaborado pede menos decoração; uma quinta com jardins dispensa flores em excesso.
Defina primeiro o número de convidados. É a variável que multiplica quase todos os custos — e a mais fácil de subestimar.
As quatro variáveis que mudam tudo
Quando pede uma proposta, há quatro respostas que determinam o valor final. São elas que usamos para construir cada orçamento à medida:
Onde vale a pena investir
Há detalhes que os convidados recordam anos depois: a comida, a forma como foram recebidos e a atmosfera do espaço ao fim da tarde. É aqui que recomendamos concentrar o orçamento — são estes momentos que definem a memória do dia.
Onde se pode poupar sem se notar
E há detalhes em que se gasta por hábito, não por impacto. Papelaria em excesso, lembranças que ficam esquecidas nas mesas, flores em zonas de passagem. Cortar aqui liberta orçamento para o que conta — sem que ninguém dê por isso.
“Um orçamento bem pensado não é o mais baixo — é o que gasta cada euro onde ele se vê.”
Porque não publicamos preços
Não há uma tabela porque não há dois casamentos iguais. Publicar um valor “a partir de” seria enganador — ou fica curto para uns, ou assusta outros que teriam, afinal, um orçamento perfeitamente ajustável.
Em vez disso, construímos uma proposta à medida a partir das suas quatro variáveis. Respondemos em 24 horas, com transparência total e sem compromisso.


